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Lullescas

LULA,
FILHO DO BRASIL

 

Chega-nos ao
conhecimento mais uma demonstração de desequilíbrio psíquico do pífio
representante da nação brasileira. A partir de sua ascensão, foram-se perdendo
valores que cultivávamos como habituais normas de conduta. Essas mudanças são
consequências das alterações semânticas, aceitas pelos órgãos jornalísticos,
hoje, também, pouco afeitos à limpidez das idéias. Tais alterações são produtos
dos erros de raciocínio e da falta de intimidade vocabular, que a incontinência
verbal do senhor feudal, pela repetição, torna-as vernaculares. Tudo isso,
aliado à esperteza de um espírito pusilânime, tem o poder de corromper os
alicerces de todos os poderes da República.

 

Se a mentira
passa à verdade; se o corrupto contumaz deve ser respeitado por não ser um homem
comum; se uma organização terrorista, que inferniza os trabalhadores rurais,
torna-se uma instituição lutadora em defesa dos direitos dos sem-terra, é
transformar os antônimos negativos em palavras representativas de uma nova ética
em curso.

 

Para que se
consuma o novo dicionário da sordidez política brasileira, necessário se torna
conhecer, a fundo, em todas as dimensões, o seu autor, personagem central de sua
própria propaganda político-eleitoreira. O autoendeusamento torna-o réu confesso
do desequilíbrio de que acima nos referimos. Considerar-se a si próprio Filho do
Brasil, é exigir a legítima paternidade,  a um país que já sofreu
todos os vexames do filho que não passa de um bastardo. Como se não bastasse as
ofensas de sua diplomacia, ofende-se mais ainda a nação, anunciando a sordidez
de cobrar do país a herança que acredita ter direito e pretende obtê-la, através
da delegação de poderes de seus iguais, nas urnas em 2010. É mais uma
indenização cobrada ao país, considerado culpado pelo filho ilegítimo, pela
tendência inata de sua família, de não ter vocação para o trabalho. O filme que
ilustra a vida do responsável pela obra de estropiamento da língua,
“coincidentemente” será levado à exibição em primeiro de janeiro de
2010.

Regredimos ao
populismo desenfreado do brizolismo e percebemos, claramente, a existência de
dois Brasis: o que trabalha e estuda para o desenvolvimento nacional e o que
vive de estelionato político, sorvendo os impostos pagos pelo primeiro dos
Brasis. Em toda imoralidade, encontra-se a logomarca da Globo, que não pode
perder dividendos, mesmo que seja patrocinando um retorno aos filmes da velha
fase macunaímica da miséria colorida. Não há outro digno representante deste
(para mim) repugnante personagem da baixa estima brasileira, criação de Mário de
Andrade, que o etílico Lula.

 

Alguém da
escória da personagem do filme em questão deve ter sido o idealizador do título
e da narrativa. O embriagado de álcool e de poder tomou posse do Brasil e está
alijando, aos poucos, a parte consciente da sociedade, mas  ainda
sonolenta, para os esconsos vãos que se tornarão guetos dentro em pouco, se não
tomarmos uma veemente atitude. Já imagino este filmeco sendo veiculado no
agreste, nos sertões, arrebanhando os ingênuos e estimulando-os ao
analfabetismo, à bebida e à rebelião. A pressão para um conflito entre
brasileiros está se fazendo prenunciar no horizonte. Esta indecência de filme,
se consentirmos, se não reagirmos, se não clamarmos contra a mídia que lhe dará
vida, poderá servir de estopim para tomadas de posição sérias que não vão deixar
de fora a guarda particular do ébrio presidente: o
MST.

 

Como dizem os traficantes do
Rio, "está tudo dominado". Eles sabem o que dizem, infelizmente. Tudo está
dominado, porque está corrompido pelo dinheiro fácil em troca da traição e da
sabotagem. Apenas por patriotismo, sem levarmos nenhuma vantagem, porque
pertencemos a outro grupamento ético, que não leu o glossário lulista, sabotemos
o filmeco do palhaço de Garanhuns, desde já, para que, no ato da divulgação,
caia no ridículo o Filho bastardo do Brasil, que bem poderia ser o Filho de
outra coisa que já sabemos o que é. Embora não pareça, o caldeirão da divisão de
classes já começou a esquentar. Como não tem a coragem de seu comparsa Chávez e
é um poltrão como o Zelaya, usa desses artifícios ultrapassados, mas que caem
como uma luva sobre a multidão de ignorantes do interior do
país.

 

Aileda de Mattos
Oliveira

Prof.ª Dr.ª de
Língua Portuguesa

Universidade
Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)

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Categorias:Reflexões
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